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CONTOS - SERTÃO LUZ E LUZERNA Quando o Jornal da Bahia, nos tempos de João Falcão, pontilhado na área de ficção a pena forra de Adionel Motta Maia, criou, sob sua coordenação o concurso permanente de contos, eu já tinha dois romances engavetados - Cacimba Seca e Terra Inundada, posteriormente editados. Nunca, entretanto, havia tentado o conto. Tinha-o por um gênero difícil, conto é o soneto da ficção, muitos podem produzi-lo, poucos o constroem razoável- mente. Agora este livro arrumado. Entram os contos de sertão. O dos 14 versos hugonianos, de Hugo Ramirez e poucos mais, as histórias iluminadas, inspiradas no extraordinário. É bom que os livros de contos, como os de poesia, não sejam volumosos. João Justiniano da Fonseca |
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